Resenhei: Quase uma rockstar – Matthew Quick

“Quase uma rockstar” é um típico livro do aclamado Nicholas Sparks.
Pera… não, não falei errado, apesar da capa, editora, sites, enfim, quase tudo indicar que o autor é o Matthew. A menos que existam dois Matthew Quick no mundo, sendo:
a) o responsável pela obra-prima de “Perdão, Leonard Peacock” e que escorregou, mas não perdeu a pose, com “O lado bom da vida”.
b) o que escreveu “Quase uma rockstar” como se fosse um brega de um livro como “A última música” ou sei lá.
A fórmula é nitidamente Sparkiana: garota feliz perde a fé na vida e em deus após tragédia que marca sua vida, mas no final reencontra a religião e a superação.
Isso não é Matthew Quick.
Matthew Quick é drama existencial. Matthew Quick é realista o suficiente para mostrar que não existe redenção. Matthew Quick é páginas e páginas de introspecção e auto-análise substancial.
Como não li um livro de Matthew Quick e tenho pavor ao Nicholas Sparks, fica aqui a minha decepção e indignação.
A capa era tão meiga…
capa

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