Lidos – JUL/15

Julho chegou sem grandes estreias, se foi sem deixar muita saudade. Não falo do mundo, já que tenho levanulldo uma rotina de eremita, mas dos livros que li.
Foi um mês pouco produtivo em que conheci duas mocinhas que não superaram com a dignidade que eu esperava o fim do seu relacionamento, quais sejam: Por isso a gente acabouO histórico infame de Frankie Landau-Banks. Por outro lado, vi cenas idênticas em livros distintos – e é isso que me faz evitar o gênero “pornô literário para mulheres” -, então sejam expostos seus títulos: O Príncipe dos Canalhas (volume I) e Proposta inconveniente.
Ok, admito que o livro da Meg quase me fisgou, porém o clichê nos pôs em lados opostos da sala. Ultimamente esta mulher tem feito muito disso. Desde Insaciável me decepciono e fico saudosa dos tempos da Mia ou da Heather.
(Acho que literatura infanto-juvenil é mais simples de escrever.)

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